Luciana Salgado C. Pereira, Advogado

Luciana Salgado C. Pereira

(5)Taubaté (SP)

Sobre mim

Advogada
Graduada pela UNITAU, pós graduada em Direito do Trabalho pela UNISAL, Doutorando em Ciências Jurídicas, pela UMSA, de Buenos Aires/AR.
Operante no Direito do Agronegócio (Prorrogação de dívida, Revisão de contratos, Holding Rural, Inventário, Usucapião de propriedade Rural...) e do Previdenciário.

Principais áreas de atuação

Direito Ambiental, 38%

É um ramo do direito, constituindo um conjunto de princípios jurídicos e de normas jurídicas volt...

Direito Tributário, 38%

É o segmento do direito financeiro que define como serão cobrados dos cidadãos os tributos e outr...

Direito Previdenciário, 23%

É um ramo do direito público surgido da conquista dos direitos sociais no fim do século XIX e iní...

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Saint Clair Moraes, Farmacêutico
Saint Clair Moraes
Comentário · há 6 anos
Infelizmente o Estado não é capaz de tutelar todos os conflitos, pois em meio a tantas outras demandas, conta com uma legião de profissionais (psicólogos, conselheiros tutelares, delegados, juízes, policiais, promotores, etc...) que não estão adequadamente capacitados à (ou informados para) lidar com esse tipo de doença. Sim, Síndrome da Alienação Parental (SAP), ganhou o "status" de doença no CID-11 da OMS, cujo código é "QE52.0 - problemas relacionais da criança com o cuidador".

Aliado a isso temos as nossas questões culturais que são ditadas pelo nosso regionalismo. Há Estados da federação em que os julgadores são mais conservadores (lenientes com as genitoras) e outros Estados em que o julgador são mais contemporâneo e o fazem com maior isenção. Isso pesa sobremaneira no resultado e nas ações que se seguem após a decisão judicial.

Dada essa união de fatores os alienados (genitor (a) e filho (a)) dificilmente teram sucesso sem o acompanhamento de um profissional (operador) do direito engajado, proativo e conhecedor da síndrome. Digo isso com conhecimento de causa e efeito. Vivi problemas com a genitora da minha filha, que insistiu e insiste em alienar a mim e os avós paternos do convívio dela. Isso sempre se dá sob uma cortina de falácias e estratagemas dignas de um novela mexicana. Infelizmente visando o bem maior da criança (a época) desisti de recorrer judicialmente, por não contar profissionais sensíveis e competentes.
Hoje (2020) ela conta com 28 anos e não conhece nenhum familiar do lado paterno e tão pouco demonstra interesse nesse intento. Tornou-se uma completa "estranha" aos olhos da ascendência paterna.
Desta experiência restou o ensinamento, que tento transmitir: procurem profissionais habilitados, competentes e informem-se sempre sobre tudo que a cerca desse universo. Não desistam. Não acreditem que a consciência e maturidade do (a) filho (a), no futuro irá lhe prestar a justa deferência. Isso quase sempre não acontece.
Eu espero que um dia todo o aparato Estatal necessário para tutelar os direitos da criança e adolescente sejam plenamente alcançados e aprimorados, caso contrário, sob pena de continuarmos gerando legiões de filhos da SAP, cuja influencia nefasta, geralmente trás problemas de relacionamento ao filho (a) alienado (a).
Boa sorte a todos e que Deus vos guiem.
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